Filmes exibidos no CineLAbI

•27/10/2010 • Deixe um comentário

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BioLAbI do futuro

•27/10/2010 • Deixe um comentário

O BioLAbI desde o começo se constituiu como um grupo de reflexão sobre Meio-ambiente e Biodiversidade, sob a tutela do nosso querido amigo e jornalista Tárcio Fabrício, que trouxe para a equipe do LAbI, conteúdos e materiais riquíssimos, e que num futuro bem próximo serão organizados para serem usados,  na criação e construção coletiva da instalação audiovisual [eco]sistema em parceria com o SESC – São Carlos.

Partindo desse viés, o grupo BioLAbI foi se formando e se mantendo como um grupo de discussão, que nos possibilita repensar nosso papel no mundo, frente a questões bem amplas, como por exemplo; nossa relação com o ambiente em que vivemos e conseqüentemente com a comunidade universitária, maiores observações  a respeito dos espaços naturais e urbanos da nossa cidade e região, reflexões sobre nossa relação com a tecnologia, com a sociedade de consumo a qual fazemos parte,  com as auto-analises de nossas possíveis ações globais, e o mais importante, reservando-se,  dentro da rotina do laboratório, um espaço para o dialogo em grupo de todas essas questões pertinentes.

Com certeza é nesse espaço de dialogo que se concentra a maior riqueza de aprendizagem e entendimento de questões referentes ao Meio-ambiente e a reintegração do homem à natureza, já que observamos ao longo dos tempos, a criação dessa dicotomia.

E é na consolidação desse espaço de discussão e aprendizado, que está o futuro do BioLAbI – enquanto um grupo de pesquisa científica pertencente ao Laboratório Aberto de Interatividade da UFSCar – que tem a possibilidade de criar e desenvolver projetos de pesquisa voltados ao estudo das relações de interação homemXmáquina e das questões da mecanização da vida contemporânea  e da conseqüente desumanização do homem em relação a natureza.

É nesse futuro possível que acredito e do qual pretendo fazer parte!

Relato de Relatos

•01/09/2010 • Deixe um comentário

Temos uma nova colaboradora na equipe do LAbI e BioLAbI – Luciana Roça, que  “sempre tenta fugir do som, mas não consegue. Atualmente estuda a relação entre paisagens sonoras e mídia, por conta própria.”. A Lú também tem um blog e lá registrou as primeiras impressões sobre as impressões da galera que visitou os Parques Vassununga e de Porto Ferreira, vejam só:

Relato de relatos

E o quico som tem a ver com educação ambiental?

Talvez muitas coisas.

Aprendemos a ignorar o dia-a-dia urbano. Não ouvimos mais.

Na verdade, ouvimos sim, mas colocamos fones de ouvido para ouvir coisas melhores.

Os sons podem não ser agradáveis. Podem ser muito altos. Embaralhados. Um som de falante-passos-de-salto-urro-ônibus-carro-moto. Sem distinguir as nuances, as profundidades. Fica uma grande parede sonora (lo-fi).
Nada nos chama a atenção sonoramente, a não ser quando não conseguimos lidar com o incômodo ou quando há algum ‘ruído não-diegético’. Um som não usual no entrelaçamento urbano. Um som de pássaro no meio da Avenida Paulista. Ou um grilo no meio do mercadão. Tá ouvindo?

Certas paisagens sonoras estão extintas ou ameaçadas, como plantas ou animais que compõem o seu organismo vivo. Aqui, todos arredores também influenciam.

Os relatos da visita do pessoal do BioLAbI a parque ecológicos para um mapeamento instiga algumas questões. Desde uma mudança da temporalidade, da escuta de diversas nuances, como a ausência da correria sonora diária implica em um resguardo.
Não podemos fechar as orelhas como fazemos com as pálpebras. Às vezes nem nos reconhecemos como ouvintes e, mais comum ainda, enquanto agentes sonoros. Falou?

por Luciana Roça

(31 de agosto de 2010)

Bem vinda!

Atividade em Grupo : Criando um Biomapa

•22/07/2010 • 2 Comentários

No último encontro do BioLAbI conversamos sobre Biomapas. Com o auxílio de uma ferramenta virtual, o Google Maps, elegemos pontos específicos da cidade de São Carlos. Dessa vez nosso querido orientador Tárcio veio acompanhado de Vivian (companheiros de curso) que nos estimulou a desenhar o mapa de São Carlos em uma folha para logo em seguida localizar 4 ambientes (um ambiente legal, um ambiente ruim, nossa casa e um lugar que gostamos) nesse mapa. Partimos então para o Google Maps (que era até então uma novidade para Vivian) para pontuarmos os locais escolhidos por cada um dos participantes. Ao final da localização pudemos visualizar no mapa uma clara segregação dos ambientes, pois a maioria citou a UFSCar como sendo ou um Ambiente Legal ou um Ambiente que se gosta, ou os dois, em alguns casos. Em contrapartida o centro da cidade foi colocado como sendo um Ambiente Ruim, ao lado do bairro periférico Jardim Gonzaga e do Parque do Bicão. Pudemos então, através do mapa virtual, enchergar esses pontos marcados e pensar um pouco a respeito dos porquês. Tárcio chamou a atenção de que a região que mais nos desagradava como um todo, era a região mais antiga da cidade, e que isso se devia as formas de ocupação desse espaço, enquanto que a região que mais nos agrada é a que possui um dos maiores PIB da cidade… Refletimos um pouco sobre tais pensamentos e passamos a entender então a utilidade de um Biomapa e as possibilidades de sua utilização.

Após tais reflexões pensamos também em como nossos sentidos estimulam nossa percepção e no quanto a visão é em maior parte dos casos determinante para se tirar um concepção sobre um espaço. Fomos estimulados então a pensar nos outros sentidos (eu pelo menos) para a interpretação do ambiente que está ao redor.

Por fim, depois de bastante conversa, decidimos por ir para os lugares eleitos para captar sons ambientes e depoimentos das pessoas sobre esse lugar em que elas vivem. Essa atividade servirá como experiência para um futuro projeto. Eu particulamente estou ancioso (mesmo tendo escolhido o bairro mais afastado de todos, haha)

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“Safe” – dir. Todd Haynes, no LAbIcine de 12/07/10

•11/07/2010 • Deixe um comentário

Em 1987, no Vale de San Fernando, Califórnia, Carol White, uma dona de casa de classe média alta, leva uma vida aparentemente tranquila numa bela casa no Sul da Califórnia. Tudo se transforma quando ela se descobre subitamente alérgica a produtos de limpeza e artigos de uso diário. A busca pela cura da chamada doença ambiental a obrigará a procurar tratamentos não convencionais e equilíbrio espiritual. Baseado num drama de história real.

O Pão Nosso de Cada Dia

•23/06/2010 • 4 Comentários

"O Pão Nosso de Cada Dia"

E aí pessoal, vamos comentar o filme exibido na última sessão do LabICine?

Água

•03/05/2010 • 2 Comentários